- Pesquisa
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação

A disputa pelas duas vagas do Maranhão no Senado Federal segue aberta e sem favoritos isolados, segundo levantamento divulgado pela AtlasIntel para as eleições de 2026. Nos dois cenários testados pelo instituto, os números apontam equilíbrio entre os principais pré-candidatos, com pequena variação nas posições do pelotão de frente.
No primeiro cenário, o deputado federal Duarte Júnior (Avante) e a senadora Eliziane Gama (PT) aparecem empatados na liderança, ambos com 14,7% das intenções de voto no consolidado de primeiro e segundo votos para o Senado.
No caso de Duarte, o resultado chama atenção porque ele sequer oficializou sua pré-candidatura para este cargo até agora.
Em seguida surgem o ex-senador Roberto Rocha (Novo), com 11,8%, e o senador Weverton Rocha (PDT), que registra 9,2%.
Na sequência aparecem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), com 6,3%, e o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), com 6,1%. Antonia Cariongo (PSOL) soma 4,1%, Hilton Gonçalo (Mobiliza) registra 2,7%, Franklin Douglas (PSOL) aparece com 2,5%, enquanto César Pires (Novo) tem 2,2%. Simplício Araújo (DC) marca 1,1%.
O levantamento também mostra percentual elevado de indefinição do eleitorado. Os votos brancos e nulos somam 13,3%, enquanto 11,1% disseram não saber em quem votar.

Em um segundo cenário testado pela AtlasIntel, sem a presença de Roseana Sarney e com inclusão do deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), a senadora Eliziane Gama assume a liderança isolada, com 14,1%, seguida de Duarte Júnior, que aparece com 13,7%.
Roberto Rocha mantém a terceira colocação, com 11,3%, enquanto Weverton Rocha registra 10,8%. André Fufuca sobe para 7%, seguido por Antonia Cariongo, com 4,2%, e Pedro Lucas Fernandes, que estreia com 2,8%.
Hilton Gonçalo aparece novamente com 2,7%, Franklin Douglas soma 2,4%, César Pires registra 2,2% e Simplício Araújo marca 1%.
Assim como no primeiro cenário, os índices de indecisos seguem altos: 14,7% afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 13,1% disseram não saber em quem votar.
Os números reforçam o cenário de forte fragmentação na disputa pelas duas vagas ao Senado, sem candidatos descolados de maneira significativa dos adversários até o momento.
O instituto entrevistou 1.180 eleitores, pela internet, entre os dias 8 e 13 de maio, para uma margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo MA-09846/2026.
- Levantamento
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação

O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), aparece na liderança da disputa pelo Governo do Maranhão nas eleições de 2026, segundo levantamento divulgado pela AtlasIntel. De acordo com o cenário estimulado apresentado pelo instituto, Braide soma 50,1% das intenções de voto e abriria vantagem de 27 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Orleans Brandão (MDB), que registra 23,1%.
Na sequência aparecem o vice-governador Felipe Camarão (PT), com 14%, e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 8,4%. André Luís (Missão) pontua 0,9%, enquanto Enilton Rodrigues (PSOL) aparece com 0,5%. Brancos e nulos somam 0,2%, e 2,7% disseram não saber em quem votar.
A pesquisa também simulou eventuais cenários de segundo turno para o Palácio dos Leões. Em todas as hipóteses avaliadas, Eduardo Braide aparece com ampla vantagem sobre os adversários.

Contra Orleans Brandão, o ex-prefeito de São Luís alcança 60,5% das intenções de voto, contra 25,2% do emedebista, diferença de 35,3 pontos percentuais. Já em um eventual confronto com Felipe Camarão, Braide registra 58,5%, enquanto o petista soma 23,3%, vantagem de 35,2 pontos.
No cenário contra Lahesio Bonfim, a diferença seria ainda maior. Braide aparece com 58,6% das intenções de voto, contra 17,6% do candidato do Novo, abrindo vantagem de 41 pontos percentuais. Neste cenário, 23,8% disseram votar em branco, nulo ou não souberam responder.
O instituto entrevistou 1.180 eleitores, pela internet, entre os dias 8 e 13 de maio, para uma margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo MA-09846/2026.
- Grande político
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação

Em Sessão Solene, a Assembleia Legislativa concedeu, nesta sexta-feira (15), no Plenário Nagib Haickel, o Título de Cidadão Maranhense ao deputado federal Josivaldo dos Santos Melo (União), conhecido como Josivaldo JP. A homenagem foi proposta pelo deputado Cláudio Cunha (PL), que presidiu a cerimônia, da qual participaram autoridades, amigos e familiares.
Ao saudar o homenageado, o deputado Cláudio Cunha disse que a Assembleia Legislativa do Maranhão reconhece a trajetória vitoriosa de trabalho de Josivaldo JP em favor da população maranhense.
“Ninguém escolhe o local de nascer, mas escolhe o lugar de construir uma história, de servir e de trabalhar em favor do povo. O deputado Josivaldo JP escolheu o Estado do Maranhão para servir à população maranhense, principalmente da região tocantina. Hoje, a Assembleia reconhece seu trabalho e contribuição ao desenvolvimento do Maranhão e o torna, oficialmente, cidadão maranhense”, ressaltou.
O ex-vereador de São Luís e assessor do deputado JP, Antônio de Lisboa Machado Filho, conhecido como Prof. Lisboa, parabenizou à Assembleia pela iniciativa de homenagear Josivaldo JP e fez referências ao trabalho desenvolvido pelo parlamentar.
“Josivaldo JP faz um trabalho de grande envergadura em favor da população maranhense, sobretudo ao povo da região Tocantina. Agradecemos ao Parlamento Estadual pelo reconhecimento”, frisou Prof. Lisboa.
A cerimônia contou com a presença de autoridades, amigos e familiares do deputado homenageado
Agradecimento
O deputado Josivaldo JP agradeceu a concessão do Título de Cidadão Maranhense pelo Parlamento Estadual e disse que se sentia feliz e honrado pela homenagem.
“Esse reconhecimento mostra que a gente está no caminho certo, trabalhando pelo desenvolvimento do Maranhão. Quero estender essa homenagem a toda a população do Estado. Agradeço a todos que acreditaram no nosso trabalho. Agora sinto-me mais comprometido em trabalhar em favor do povo maranhense”, afirmou.
Deputado Josivaldo JP agradeceu a concessão do Título de Cidadão Maranhense e disse que se sentia feliz e honrado pela homenagem
Trajetória
Natural do município de Jacundá, no Pará, Josivaldo JP nasceu em 29 de novembro de 1983 e mudou-se ainda criança para Imperatriz, onde construiu sua trajetória pessoal e profissional. Filho de um vendedor de picolé e de uma dona de casa, iniciou a vida profissional como camelô, comercializando capas de celular no Calçadão de Imperatriz.
Com o passar dos anos, consolidou-se como empresário nos setores atacadista e varejista, além de atuar no ramo agropecuário. Entre 2018 e 2020, Josivaldo JP ocupou o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico de Imperatriz, período em que implantou programas voltados ao fortalecimento do empreendedorismo e da geração de empregos, como a Feira Cidadã, o Sedec Itinerante e o Emprega Imperatriz.
Em 2018, disputou pela primeira vez uma vaga na Câmara Federal, conquistando a primeira suplência. Assumiu o mandato de deputado federal titular em janeiro de 2021.
- Agredida
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação
A empregada doméstica Samara Regina, agredida pela patroa no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA), relatou nesta quinta-feira (14) ter perdido 50% da audição. Segundo ela, nos últimos dias ela passou a sentir dores, zumbidos e dificuldade para ouvir.
A funcionária, de 19 anos e grávida de cinco meses, sofreu agressões da patroa, após ser acusada de ter roubado um anel.
Nas redes sociais, a jovem contou que, desde o episódio de violência, vinha sentindo fortes dores nos dois ouvidos. Ela também relatou que estava ouvindo muito baixo, mas não imaginava que o problema pudesse ser tão grave.
Samara informou que realizou um exame e que os resultados ainda não são conclusivos. No entanto, segundo uma primeira análise, ela pode ter perdido 50% da audição nos dois ouvidos.
“Como consequência das coisas que aconteceram, eu estava ouvindo muito baixo, mas não achei que era algo tão sério. Comecei a sentir muita dor e um barulho muito alto, e resolvi fazer essa consulta. Não é conclusivo ainda, mas, com base no exame que eu fiz, aparentemente eu perdi 50% da minha audição dos dois lados. Às vezes, não dá para ouvir muito bem, e eu acabo não me ouvindo também. Vamos esperar o resultado do médico para ter certeza. Fiquei um pouco assustada, me desesperei na hora, mas agora estou tentando lidar com isso sem me desesperar”, relatou a jovem.
A defesa da vítima informou que o delegado responsável pelo caso solicitou um exame ao Instituto de Criminalística. Segundo a defesa, a informação divulgada por Samara corresponde apenas a uma avaliação verbal do médico e ainda depende de laudo conclusivo.
A defesa acrescentou ainda que, nesta sexta-feira (15), uma equipe deve comparecer ao IML e à delegacia para acompanhar os desdobramentos do exame de corpo de delito e de um exame complementar que será realizado, com o objetivo de comprovar o percentual da perda auditiva.
Em depoimento à polícia, Samara relatou que foi agredida com puxões de cabelo, tapas, socos e murros. A jovem, que está grávida, disse que tentou proteger a barriga durante toda a violência.
Segundo a vítima, ela havia aceitado o trabalho temporário de um mês para conseguir comprar o enxoval do bebê.
“Começou com puxões de cabelo. Fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam. Eu, graças a Deus, não levei nenhum chute, porque fiquei protegendo minha barriga o tempo todo, mas o restante do corpo ficou todo marcado”, afirmou Samara em entrevista. O motivo das agressões teria sido o suposto desaparecimento de um anel. A vítima contou que, mesmo após mais de uma hora de buscas e depois de o objeto ter sido encontrado dentro de um cesto de roupas sujas na própria residência, a violência continuou.
- Decisão
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação

O ministro Flávio Dino, do STF, mandou suspender uma ação contra o presidente do Senado, Davi Acolumbre, que tramita na Justiça Federal do Rio Grande do Sul. A ação popular trata de suposta prática de rachadinha e da nomeação de funcionários fantasmas no gabinete de Alcolumbre. A decisão de Dino foi tomada na terça-feira, 12.
Ao suspender a ação, o ministro atendeu a um pedido do senador, que alegava que o processo vinha sendo usado para contornar seu foro privilegiado no STF. O pedido de Alcolumbre ao Supremo tramita em segredo de Justiça.
Entre as medidas decretadas na ação, o juiz federal Fábio Vitório Matiello pediu ao STF acesso a um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) firmado entre o MPF e Paulo Boudens, ex-chefe de gabinete de Alcolumbre. Boudens foi apontado pela defesa do próprio senador como o responsável pelas nomeações.
Em sua decisão, Dino afirmou que os pedidos do juiz por documentos sigilosos, como o ANPP, e medidas decretadas por Matiello, como quebras de sigilo, “podem configurar investigação paralela em descompasso com a competência originária desta Corte e com a titularidade da ação penal pública conferida ao Procurador-Geral da República”.
Ao suspender a ação popular, o ministro ainda pontuou que o acesso a dados sigilosos pela Justiça Federal “poderá importar violação de direitos fundamentais e possível usurpação de competência desta Corte”. O processo ficará suspenso até nova decisão do Supremo.
- Operação
- 15 de maio de 2026
- Por: Redação
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O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (15), durante a Operação Sem Refino, deflagrada para investigar suspeitas de irregularidades envolvendo um grupo econômico do setor de combustíveis.

A ação tem como objetivo apurar a atuação de um conglomerado suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública, nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal. As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Justiça também determinou a inclusão de um dos investigados na Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), além do bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.
A operação contou com o apoio técnico da Receita Federal.
Segundo a PF, as investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo investigado.
Em nota, a corporação informou que a apuração integra as investigações conduzidas no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, que trata da atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.




